Dúvidas Frequentes

Dúvidas Gerais

O que faz uma corretora de seguros?

As corretoras de seguro realizam a intermediação entre segurados e seguradoras, prestando assessoria para que tudo que esteja presente no contrato de seguro seja cumprido. As corretoras de seguro são as representantes oficiais dos clientes juntos às seguradoras.

Por que eu preciso de um corretor de seguros?

Caso você queira contratar um seguro é importante ter a atuação de uma corretora de seguros, pois são empresas legalmente autorizados pela SUSEP para intermediar o processo.

Qual a diferença de corretora e seguradora?

seguradora é quem irá assumir o risco, mediante ao pagamento do valor do seguro, e indenizará o segurado por qualquer tipo de prejuízo.

Já as corretoras de seguro são empresas autorizadas a vender seguros e que intermeiam a negociação. É por meio de uma corretora de seguros que você contrata o seguro, realiza alterações na apólice, inclui ou exclui coberturas. 

Pode confiar na Aleli?

A Aleli faz parte do grupo Seguralta que tem sua trajetória baseada em transparência e ética, sendo pioneiros no segmento de franquias de seguros no Brasil e, segundo a ABF, a 17ª maior rede de franquias do País.

Sobre seguro auto

O seguro garante cobertura em casos de acidentes ocasionados por embriaguez?

Não. Todos os direitos do segurado são perdidos quando ele dirige embriagado. Entretanto, as seguradoras não têm autorização para realizar o teste do bafômetro e, nestes casos, utilizam o laudo feito pela polícia.

Troquei de endereço e não avisei a seguradora. O que acontece em casos de roubo?

Neste caso, a seguradora não oferecerá cobertura, já que outro endereço consta na apólice.

Emprestei meu carro e meu amigo bateu. E agora?

Quando o seguro é contratado, as seguradoras identificam os principais motoristas do veículo. Condutor esporádico tendo mais de 25 anos pode dirigir o veículo até 15% da semana sem precisar de identificação prévia. Qualquer caso fora disso, a seguradora pode se negar a pagar o sinistro.

Não guardei meu carro na garagem e ele foi roubado. Tenho direito à indenização?

Caso o segurado prove que o carro pernoitava regularmente na garagem e, aquela noite foi uma exceção, algumas seguradoras podem indenizá-lo. Entretanto, em casos de pernoite contínua na rua, a companhia pode se negar a pagar a indenização.

Pessoas que possuem doença podem contratar o seguro?

Sim. Porém, por possuir uma doença pré-existente o valor contratado será mais caro, já que o risco do segurado é maior

Meu nome está sujo. Posso fazer um seguro?

Sim, mas as seguradoras podem vender ou não o produto por conta da restrição de crédito.

Tenho cobertura em casos de enchentes e alagamentos?

Depende, existe a cobertura compreensiva que cobre inúmeros risco e entre eles alagamento e enchentes, mas se trata de uma cobertura adicional. Caso você possua apenas a apólice de roubo, furto e incêndio não está coberto contra prejuízos nos veículos causados por enchentes.

Se o carro sofrer perda total, em quanto tempo serei indenizado?

Todo o procedimento deve seguir os prazos dados pela companhia contratada. Mas no geral, se estiver tudo certo no processo, a indenização será paga cerca de 30 dias após a entrega de toda a documentação exigida. Em caso de atraso no pagamento, juros serão aplicados.

Em caso de acidente, tenho direito ao carro reserva?

Ao contratar um seguro, é necessário estar atento às coberturas. Caso você tenha optado pelo carro reserva, você terá o direito de utilizá-lo. Se não contratou, não poderá utilizar o serviço.

Se meu carro for antigo, posso fazer um seguro?

Algumas seguradoras podem recusar a contratação do seguro para carro antigo, já que existe a maior possibilidade de ele apresentar defeitos. No entanto, somente após a análise da seguradora ela poderá dizer se disponibilizará o produto ou não.

Sobre seguro residencial

Qual o valor de um seguro residencial?

Não existe um valor fixo para o seguro. Os preços são diferentes de uma seguradora para outra, de acordo com as coberturas escolhidas pelo cliente e o valor do imóvel.

Quais as principais coberturas do seguro residencial?

São: incêndios, queda de raios e explosões.

O que é franquia?

É o valor contratado na apólice, que representa a parte do prejuízo que será arcado pelo segurado em caso de sinistro.

Qual a diferença entre danos elétricos e quedas de raios?

A cobertura contra danos elétricos garante a indenização quando o sinistro for causado a fios, circuitos, aparelhos eletrônicos entre outros, ocasionados por acidentes elétricos. Já a cobertura contra quedas de raios dentro do terreno segurado, garante indenização a danos causados a paredes, telhados, e qualquer outro sinistro em decorrência do evento.

Pessoas que possuem doença podem contratar o seguro?

Sim. Porém, por possuir uma doença pré-existente o valor contratado será mais caro, já que o risco do segurado é maior

O que acontece se minha casa for assaltada duas vezes, sendo que a primeira consumiu quase toda a quantia contratada na apólice?

O valor indenizado no segundo assalto será referente ao saldo não utilizado no primeiro assalto, pela cobertura contratada.

Se meu prédio possuir o seguro condominial, ainda preciso contratar o residencial?

Sim. Enquanto o seguro condominial cobre apenas roubos e outras ocorrências nas áreas do prédio, o seguro residencial garante a indenização à bens de maior valor, que ficam dentro do apartamento.

Qual o prazo para pagamento da indenização?

Cerca de 30 dias.

Quando a indenização pode ser recusada?

Em casos de prejuízo ocasionado por culpa grave do segurado, ações feitas de má fé e reparos feitos em produtos danificados antes de comunicar a seguradora, com exceção de destelhamento, inundação, alagamento, entre outros.

Se não houver nenhum sinistro, o valor pago no seguro será perdido?

Não, uma vez que o seguro dispõe de uma série de serviços para a manutenção da sua casa, seja em caso de imprevistos ou problemas comuns do dia a dia, como chaveiro, encanador, limpeza de caixa d’água e outros.

Como acionar o seguro?

Sempre entre em contato com o seu corretor, ele deve orientar qual o melhor procedimento a ser tomado.

Sobre seguro vida

O seguro de vida é contratado somente para indenização em casos de morte?

Não. O seguro de vida pode beneficiar o segurado em casos de invalidez e doenças e, ainda, garantir a proteção financeira de seus dependentes em caso de falecimento.

Qual a idade mínima para contratar o seguro de vida?

14 anos.

Qual a idade máxima para contratar o seguro de vida?

Em média, as seguradoras permitem a contratação de quem possui até 65 anos.

O suicídio é coberto pelo seguro?

Somente se acontecer após 24 meses da contratação.

Pessoas que possuem doença podem contratar o seguro?

Sim. Porém, por possuir uma doença pré-existente o valor contratado será mais caro, já que o risco do segurado é maior

Quem são os beneficiários de um seguro de vida?

O segurado pode escolher quem quiser para nomear como beneficiário, podendo ser familiar ou não.

Qual o valor do seguro de vida?

O valor do seguro varia de acordo com a idade, profissão, entre outros requisitos.

Posso contratar mais do que um seguro de vida?

Sim. O segurado pode realizar quantos seguros quiser e receberá as indenizações de acordo com o que foi contratado na apólice de cada seguradora.

Posso fazer alguma alteração durante a vigência do seguro?

Pode. Todas as informações alteradas como profissão, endereço, prática de esportes radicais dentre outras coisas, devem ser informadas à seguradora para serem atualizadas.

Quem pratica esportes radicais pode fazer um seguro?

Pode. Em geral, as seguradoras não se recusam a fazer o seguro de quem pratica esportes radicais, porém, o valor poderá ser mais alto já que o risco de acidentes é maior.

Sobre consórcio

Para que serve o consórcio?

O consórcio é uma excelente opção para quem deseja adquirir um automóvel ou um imóvel, mas deseja parcelas mais baixas e sem taxas de juros cobradas em financiamento. Além de ser um ótimo investimento para quem não precisa da aquisição de imediato, é uma maneira inteligente de conseguir o bem desejado com muito mais controle financeiro.

Mas para fazer um consórcio, o ideal é planejar com antecedência todo o investimento e organizar melhor seu orçamento para que você consiga adquirir o tão sonhado carro ou casa.

Consórcio: quando vale a pena?

Quando pensamos em comprar um bem de alto valor, muitas vezes somos surpreendidos com a quantidade de taxas. No caso de optar por um financiamento, por exemplo, são juros em cima de juros – além da exigência de entrada e de comprovação de renda, tornando o processo tão caro quanto burocrático.

A ansiedade de comprar uma casa ou um imóvel pode levar muitos consumidores a ignorar a importância de contratar serviços adicionais. Este é o caso do seguro de consórcio, que gera muitas dúvidas nos consumidores antes mesmo de investir em um bem.

Geralmente ofertado como um serviço adicional, o seguro também é diluído nas parcelas como as demais taxas, como:

● Taxa de administração: que remunera a empresa de consórcio por criar e gerir os grupos, além de ficar responsável por entregar as cartas de crédito;

● Fundo de reserva: percentual variável (de acordo com o grupo) que protege de situações adversas, como inadimplência dos consorciados.

Para evitar situações pessoais que possam comprometer o pagamento contínuo das mensalidades, o consorciado também pode contratar as opções de seguro. Entenda a seguir como funciona.

Quanto custa o consórcio?

É difícil mensurar este valor. Vai de caso para caso, porque depende do valor da carta de crédito, do total de parcelas abertas e do bem escolhido.

No entanto, você pode tirar as suas dúvidas de valores, cobertura e condições para contratar quando estiver fechando um contrato de consórcio conosco.

Sobre previdência

O que é Previdência Social?

Ela é um seguro patrocinado pelo Governo Federal que garante a aposentadoria para o contribuinte quando ele parar de trabalhar ou, ainda, outros benefícios em caso de invalidez, morte, doença, desemprego, entre outros.

Para se aposentar pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), é necessário um tempo de contribuição mínimo que dependerá de cada tipo de aposentadoria e do benefício requerido, sendo que o pagamento de trabalhadores com carteira assinada é feito pela empresa contratante, enquanto outros contribuintes, como autônomos, podem fazer o pagamento por carnês.

O que é Previdência Privada?

Diferente da previdência social, a previdência privada não está vinculada ao INSS.  Há uma variedade de planos que as seguradoras disponibilizam para os investidores. Variam de acordo com o valor almejado pelo cliente, a duração da pensão e a quantidade mensal disponível para o investimento. Os valores são calculados com base nos dados de expectativa de vida do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O fundo funciona da seguinte forma: investir e resgatar. Depois de assinado o contrato com determinada empresa, são feitos depósitos que serão recebidos futuramente de acordo com o valor mensal da apólice.

Por que a Previdência Privada?

  • Rentabilidade: Acredita-se que é um melhor investimento que a poupança, pois é uma aplicação a longo prazo, garante uma maior renda no futuro;
  • Manutenção do padrão de vida: Com a previdência privada, não há preocupações com o teto estipulado pelo INSS de R$ 5.189,82 e nem com a quantidade de anos de contribuição.
  • O beneficiário escolhe a forma que deseja receber o saldo acumulado;
  • Através da Previdência privada é possível ter disciplina com relação aos valores programados e combinados ao débito mensal;
  • Não há come-cotas: a tributação é flexível;
  • Em caso de falecimento a renda é liberada para os beneficiários, sem necessidade do inventário;
  • Portabilidade: É possível trocar de fundo ou de gestor sem perder contagem e tempo do Imposto de Renda.

Qual a diferença entre Previdência Privada e Previdência Social?

Previdência Privada:

  • É complementar, ou seja, visa garantir uma renda maior do que aquela garantida pelo INSS.
  • Pode ser utilizada também para realização de projetos de vida como investir em um negócio, pagar ensino superior para os filhos, entre outros.
  • Pode ser administrada por por instituições financeiras e corretoras.
  • A reserva é formada individualmente e o beneficiário pode escolher como quer receber o saldo acumulado.
  • Existem duas modalidades de previdência privada: a previdência complementar fechada e a previdência complementar aberta.

Previdência Social:

  • É pública, ou seja, é administrada pelo governo por meio do INSS.
  • Todo brasileiro que trabalha sob regime CLT é um segurado da previdência social.
  • Ampara aposentados ou trabalhadores em casos de doenças, acidentes ou gravidez.
  • Todos os contribuintes ajudam a fomentar a renda daqueles que irão se aposentar. É conhecido como regime de repartição simples.
  • teto da aposentadoria em 2017 é de R$5.578, salvo algumas exceções. Isso significa que mesmo que o seu salário tenha sido maior durante o tempo de trabalho, você não poderá receber um valor do que o teto durante sua aposentadoria.

Qual a idade para se aposentar?

Isso depende de cada caso, uma vez que inúmeras variáveis acabam compondo essa equação, mas a regra geral é que a aposentadoria por idade acontece aos 65 anos para homens e 60 anos para mulheres, sendo necessário ainda um tempo de contribuição mínimo de 15 anos para que isso aconteça.

Adicionalmente, existe, atualmente, a fórmula 85/95 progressiva. Aprovada em 2015, essa fórmula soma a idade do contribuinte com seu tempo de contribuição e chega a um número para a aposentadoria, de 85 para mulheres e 95 para homens. Um homem, por exemplo, precisaria ter 65 anos mais 30 anos de contribuição para se aposentar nesse caso. Nas regras atuais, esse número vai progredindo até chegar em 90 para mulheres e 100 para homens a partir de 2027.

Como se preparar para a aposentadoria nesse cenário?

Em um cenário onde a reforma da previdência se mostra bastante plausível em um futuro próximo, inclusive já sido proposta, pela equipe econômica do atual presidente, um caminho interessante pode ser buscar um plano de previdência privado para complementar sua renda e garantir uma rendimento maior na hora de pendurar as chuteiras.

Os planos de previdência privada são produtos desenhados exatamente para as pessoas garantirem uma renda extra na aposentadoria, contando com a possibilidade de tributação regressiva, onde o imposto de renda vai recuando conforme mais longo for seu investimento, além de contarem com benefícios fiscais para pessoas com renda tributável que fazem a declaração de IR pelo modo completo no caso dos PGBL (Planos Geradores de Benefício Livre), entre outras vantagens.

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